quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Futuro depende dos fruticultores da Cova da Beira

14 Set 2011, 14:54h
Apenas os fruticultores podem comercializar cereja, pêssego ou maçã da
Cova da Beira. Abusos são frequentes e Cooperativa ameaça agir
judicialmente
O CHEIRO a pêssego reina, desde há alguns meses, nas amplas
instalações da Cooperativa de Fruticultores da Cova da Beira,
freguesia do Ferro, concelho da Covilhã. Estamos em plena campanha
frutícola e até final deste mês belíssimos exemplares de pêssego, maçã
e pêra, provenientes dos pomares da região, saem, diariamente, de uma
Cooperativa que já conheceu melhores dias, mas cuja actividade se
intensifica nesta altura do ano.
Desde o início da campanha, até
meados da semana passada, entraram na Cooperativa 404 toneladas de
pêssego (nectarina incluída), 77 de pêra, 36 de maçã, (cuja colheita
está no início) e 11 de figo, uva de mesa e damasco. Fruta que a
Cooperativa recebe dos associados para lançar no mercado nacional.
"Está a ser um bom ano para a pêra e contamos ultrapassar as 550
toneladas de pêssego", afirma o presidente da direcção, Carlos
Madaleno, explicando que o concelho da Covilhã é o maior produtor
regional de pêssego, com 401 hectares. A norte da Cova da Beira, o
pêssego rivaliza, em área plantada, com a cereja, ao contrário do que
acontece na zona do Fundão, onde os cerejais continuam, todos os anos,
a ganhar terreno.
E é precisamente o concelho da Covilhã que fornece a maioria do
pêssego comercializado pela Cooperativa. A Cova da Beira possui
condições excepcionais para a fruticultura.

Leia toda a reportagem na edição semanal.
Por: Lúcia Reis
http://www.jornaldofundao.pt/noticia.asp?idEdicao=105&id=7682&idSeccao=981&Action=noticia

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